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Rio – movimento e força, cor e som – encantamento. No encantamento, o embalar da arte da ensinagem. (aneleh)

 

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Conteúdo

Sinfonia Branca

 

Ó doce menina! Pinta poéticas fantasias

com fragrâncias da azul miragem.

Ó espasmos de voo passagem!

Da tela para os salões, show de magia.

A gazela rodopiando a valsa, rodando a saia

embala olhares, provoca contralto.

Noite de encantamento...  romântica debutante,

estonteante...

chora, ri, dança  em salto alto,

desliza da menina à moça – mulher.

Ó alma feminina de sutil elegância,

esvoaça em brilho, branca sinfonia!

                                 

                                                                                                                                                                          aneleh                  

 


 

“Ave Faris!”

Como disse, lourival santos lima

 

Faço eco do brasil de faris – 100 (68) anos depois:

 

Acorda brasil,

Num amanhecer sutil,

Cumpre os anseios,

De um faris a renascer.

 

Brasil de hoje, da hora presente,

Brasil da diversidade,

Brasil da pluralidade,

Faça história, faça justiça.

 

Brasil, seja indisível,

Na saga do intelectual,

Não desaponta, afinal:

Os tapejaras da vida.

 

Parabéns faris pelos seus 100 anos de nascimento, e desculpa meu desabafo.

 

                                                           08/09/2011                                           

     neuza helena postiglione mansani

 

  


  

ACRÓSTICO

 

Garotinha legal,

Assim é ela,

Bonita como tal!

Roda, roda, Gabriela

Inventando piruetas.

Essa menina faceira

Lança olhares de gata,

A quem a acha maneira!

                                  (aneleh)

                            PG, 6/07/16

 
 

 

 SONETO “DÉBUT”

            *aneleh

Feche os olhos, garota-menina!

Sonhe embalos na noite radiante,

estrelas mil, o sonhar ilumina.

Mil sonhos em delírio candente.

 

Sonhe, em passe de mágica, eis...

voo infindo, rodopio de valsa.

Nos salões desliza, em voluteios,

sutil  METAMORFOSE esvoaça.

 

Sonhe, pinte poéticas fantasias,

fragrâncias duma branca miragem.

Flutua em nuvens, ó RITO PASSAGEM!

 

“Ouvre tes yeux, DÉBUTANTE ROMANTIQUE!”

 Chore, ria, brilhe! Encante e dance.

 No “DÉBUT”, a estrela é você,

                                           Manuella.

 
 

 
Debutante
 

Menina-moça pinta fantasias

          com fragrâncias da branca miragem.

                                                Voo infindo.

                    Da tela... aos salões de baile        

rodando a saia, rodopiando a valsa

 Provoca olhares.     

        Noite encantada... ela estonteante

              chora, ri, dança em salto alto.

     Desliza a moça-mulher,

    alma feminina, sutil beleza.

               Amores ? Corações? Mistérios?

                                                   À espera!

                                               Junho / 2016

  

 


 

Desejo

Quero luar

    Prateado

         Quero o sol

               Dourado

   Quero o mar

         Azulado

                   Quero a relva

                       Esverdeada

       Quero a mulata

       Amorenada

            Quero a paixão

                Avermelhada

  Quero o tudo

  Quero o nada

                 Quero o mundo  

 


 

 Marcas

 

No silencio escuro da noite,

a luz materializa.

a mão que segura o livro.

Sinto que envelheci

 

 


  

QUANDO...

 

QUANDO A PORTA É NOBRE

QUANDO A JANELA O LEQUE ABRE

QUANDO OS RAIOS A FACE DOURAM

QUANDO O VENTO CABELOS ESPRAIAM

QUANDO SUTIL É A BELEZA

QUANDO A ALMA É REALEZA

QUANDO O ROSTO É SUBLIME

QUANDO A FELICIDADE É PERFUME

QUANDO A MOÇA NA JANELA

QUANDO 15 ANOS ESTREIA

QUANDO A MOÇA É ELA

                     MANUELLA

 


 

CESAR MILLÉO - PRESENTE NA AUSÊNCIA...

                                                     Eis o título!

História de vida – História Memória

O que é uma história de vida?

Se não se pode ou não se quer retornar ao espaço-tempo de um cenário qualquer, de maneira concreta, pode se retornar a ele com outro intuito: o de selecionar dele aquilo que marcou mais profundamente, aquilo que foi ou que parece, hoje, ter sido mais significativo, tanto que se tornou inesquecível. E porquê inesquecível, inesgotável. Inesgotável, na medida em que uma lembrança chama outra que, por sua vez, deriva em uma terceira e em uma quarta... e tem de retornar ao presente, para nele proceder à escolha dos eventos, os quais se quer socializar.

É a história emoldurada pela memória, presente na existência do homem, daí sua importância para garantir a riqueza da subjetividade fidedigna e válida. A obra, ora em lançamento, não tem o objetivo de pesquisa acadêmica, de romance ou biografia, mas deseja ser uma homenagem à vida.

Num ir e vir no espaço-tempo, a autora construiu a trama da vida, retalhos de passado e presente entrelaçados e mediados pelas imagens, num processo de rememoração, levando o leitor à curiosidade emocional em conhecer o final da história que, surpreendentemente, abre a uma nova história de vida.

Foi um processo criativo, quando agonia e êxtase estão presentes; agonia pela dúvida, emoções negativas, lutas travadas no ato da escrita e, finalmente, as palavras começaram a vir e ante as lágrimas de alegria e  saudades da felicidade - o êxtase, a criação que hoje é uma realidade e vai se espraiar no universo dos leitores.

Quando fui escolhida para ser a primeira leitura-crítica de sua obra, Indianara, você levou-me às lágrimas – é indizível a emoção que senti naquele momento. De sua memória privilegiada, uma lição de sensibilidade e força inexplicáveis; não saberia definir o que passou em você, com você, nesses meses de luto branco, branco porquê transformou a dor e o sofrimento em páginas e páginas de histórias de vida.

Naveguei, durante uma noite toda, no rio de sua escritura. Sua escritura flui serena, num continuum  rico em palavras e detalhes, onde passado e presente, qual redemoinho embalam o leitor preparando - o para as quedas d’água fortes, ruidosas, em profusão; porém belas, belas porquê sofrimento e felicidade aparecem em sua obra, como inseparáveis na roda da vida. Obra inspirada, talvez, pela inesquecível escritora Leonilda Hilgenberg Justus, sua tia e, por ele, Dr. Cesar Milléo – uma pessoa de espírito elevado, em lírios brancos.

Do nascer ao morrer ao reviver em outro ser... Uma leitura que não quer parar.

Tenha certeza, autora, os leitores vão apreciar sua obra de amor.

 

                                         neuza helena postiglione mansani

                                              Ponta Grossa, 16/10/15

 

Lançamento do livro de Indianara Prestes Mattar Milléo

 

  

 

AGO PÉ DE MAGO

  

Ei, você aí!... - Quero bolo de aniversário e até brigadeiro, quero festa montada, vídeo game e bola pra chutar... Sai correndo, carregando seus presentes e desaparece ...

Menino Ago tem quatro anos, magrinho de olhos muito vivos, trigueiro, espoletinha como uma criança qualquer. Corre, pula, esconde-se de gente – gente do bem querer, que tem ouvidos de ouvir.

Vejam só, mora numa casinha pequenina, verde esperança, num meio cheio de amor pra dar; oito delas alegres com a alegria de Mago. Como um mago, faz suas peraltices, como o seu cérebro, astuto faz crescer, como se adubado fosse, um dos seus pés.

Não é um pé de feijão, mas um pé de mago, quer ser original, ver se cresce como pé de feijão... - Que  faço com ele, se ele me permite andar ligeiro, saltar na cama elástica e soprar velinhas junto com meus amiguinhos, com tudo que tenho direito...

E a notícia tarda, mas na falha – diz o médico: - Temos que cortar o pé do Mago. –nããooo, gritam os pais do menino.

Ago não pode cantar como seus colegas: Um sapato em cada pé...Pé de Mago, não é pra sapato, usa um sapato num só pé, ganha logo um pé de sapato, torna o menino centro das atenções...mas, ele fala, brinca, corre e salta, o pé cresce rápido demais.

Os pais de Ago precisam de um médico, que lhes diga o que se pode fazer, não o que deve fazer. Corações de pais não se enganam ou enganam-se a si mesmos?

A casa de  Ago foi para o chão com a chuva; coração de avó sempre cabe mais um, casa de vó é como coração, sempre cabe mais um...mais 8.

Ago pratica a magia, a magia do coração de criança, faz caber todo mundo na casa esperança e faz seu corpinho leve desconhecer o seu desdito.

Pé de mago  precisa de outro pé, por que?

Pé de mago não quer virar meio saci Pererê  ou quer?

Pé de mago , precisa  de esperança ou é a esperança?

Ago, será sempre um mago , Mago da esperança.

             


                                                                

 INDIANARA

 

Cada aniversário vem para compor um universo de histórias contadas e recontadas, histórias que se abrem como as flores para o beija flor colher o pólen e sair cantrolando a coisa nova, doce como o mel.

Eis o livro da vida! Seu livro da vida é lindo, Indianara: colorido, apaixonantemente ilustrado para ser cantado em prosa e verso. Um poema de vida, para a vida de um poema.

Na página do dia de hoje, seu dia de comemoração pela vida, escrevemos com bico do beija flor nossos desejos de pétalas de felicidade, sopradas pelo vento da alegria infinda.

Parabéns, para nossa Presidente!

Abraços e afagos carinhosos de toda Família Ponta-Lagoa.

 


  

Roberta e Rodrigo


No tapete vermelho as flores se espalham,
O caminho se abre, olhares se encontram
Sorrisos, lágrimas de quem se ama,
É a aproximação de vidas, de almas.

Roberta e Rodrigo

As mãos se cruzam numa prece,
Prece aos céus que os enternece.
Dois corações em simbiose
E num só suspiro, promessas...
Roberta e Rodrigo
Nesse enlaçar, o mesmo encanto
De uma avó que embala e canta
Canções de ninar amorozidades,
Num rogar a Deus: Felicidades!
Roberta e Rodrigo, um versar da vovó Antecira para dizer do meu grande
amor por vocês, meus netos muito amados.


Com minhas bênçãos.

 


 

GIULIANA


DEBUTANTE 2013
DA DOÇURA DA MENINA
A BELEZA DA MOÇA
MENINA – MOÇA
QUASE UMA MULHER.
DA PORCELANA A PELE
NOS LÁBIOS ANJO SORRISO
DO MEL DOS OLHOS
O DOCE CORAÇÃO.
VOZ DE CHARME MUSICAL
ENCANTA A GENTE
EMANA AMOR FILIAL
ASSIM É VOCÊ, GIULI
MINHA NETA QUERIDA
Beijos de amor e desejos de felicidades.


                                                                             Vovó neuza helena

 


 

A DÚVIDA...

 

Como pano de fundo, pináculos rochosos erguem-se no alto tocando céus imperfeitos, como imperfeição da vida, e na arte da aproximação, Gaia graciosa, coreografa do passado mistério da origem vida, na escuridão do drama.

 ... Na assimetria vazia do cosmos, qual o sentido da vida?

 

 

 


 

CAMPOS GERAIS

 

Nas janelas, qual quartzo incolor, o artista pinta, borda, tece e trama dos negros cabelos o desenho do trigo dourado, e pincelando o infinito fantasmagórico de azul e branco desvela a amplidão.

Lá... No horizonte, a araucária abre os braços, solidão, onde as nuances verdes acolhem lágrimas de encantamento.

Na ascensão da colombina moça, a mascarada rouba a cena, brota do ventre da Princesa, embalada pelo vento dos campos que gera o fruto, que gera a vida – a vida dos “Campos Gerais”.

 

 


AFETIVIDADE  14/07/09

                                               

NA RODA DA VIDA

A VIDA QUE RODA

RODA NAS MÃOS

MÃOS DE ARTISTA

ARTISTA QUE TOCA

A HARPA DA VIDA

 

MEDICINA

 

CIÊNCIA E ARTE

HARMONIA E SIMBIOSE

AFETOALBUMINA

COMPAIXÃOENZIMA

RODA HUMANISMO

NA CATARSE DA VIDA

 

PROFESSORES

 

DA PRÁXIS À VIDA

NAS MÃOS DO ARTISTA

ENSINAGEM E SABEDORIA

DO SOFRIMENTO ALIVIO

CORAÇÃO E MENTE

NA SINFONIA DA VIDA

 


AMORES PERDIDOS

Que dor é esta que sinto

        Dor de saudade, dor de amores perdidos

        Perdidos onde, como, por quê     

         Perdida estou eu, neste mar de pranto.

        

        Mar de pranto, de amor, de tristeza

        Ondas de alegrias- ternuras se foram

Ficaram marcas na areia branca

Marcas no branco da vida.

 

Anos passando, voando, vividos

Anos de carinhos e amor imenso

Eu e ele vivemos felizes

Felizes demais para ser verdade.

 

Verdade...não existe, só incompletude

Eles se foram...

Incompletude, vazio cheio de dor

Dor imensa, transformadora, indecidível.

 

Em cada coisa, em cada rosto

Memória impulsionando a vida

Que vida? vida morte, morte vida

Sonhos realidade, realidade sem sonhos.

 

Ele, um ser de espírito

Ela, um ser de espanto

Espanto encanto, encanto desencanto

Apenas eu , desconhecida fugindo.

 

Fugindo de ilusões, desilusões

Buscando força, na força do outro

Outros tantos, que outro?

Outro memória – saudade.

 


CRIADOR E CRIATURA

 

Pupilas de cristal em emoção perturbadora

separa e une, céu e terra

                                   escuridão iluminada

Na simetria do cosmos, esvoaçante aparição

tange de fé a abadia, e cria  

                                          Deusa meditação

No rosto brancura d’alma, de ébano o silêncio

Rabiscos de som no caos, a ordem de Dio...

                                              e a prece se fez!

 

 


DA PONTA A GROSSA

                                            

Que espaço é esse?

Onde pombas de vermelho enlaçadas

voam, revoam, gorgeiam e pousam,

desenhando, escrevendo historias...

 

Que espaço é esse?

Por onde passam, repassam, traspassam

tropas, tropeiros, tamboreios,

que trotando forte ressoam notas musicais...

 

Que espaço é esse?

Onde rostos plurais concebem espaço,

migram imigrantes no cenário colosso

do velho e do novo, infindos tesouros...

 

Que espaço é esse?

 

Do civismo, capital diletante

onde cultura e arte fazem parte.

E a Princesa vai gerando campos...

 

Que espaço é esse? 

Onde da rocha – cálice goteja o vinho,

da terra o fruto verte – seiva da vida

e o vento sopra, levantando saias...

 

Que espaço é esse?

Que o morro grita a PONTA

e aponta pro infinito a GROSSA

pedindo a Deus a bênção nossa...

 

Que espaço é esse?

É a cidade - saudade.

É a minha cidade.

                                    É a cidade de PONTA GROSSA.                                    

 

Ilustração:

Hélio de Jesus

Selda Schilklaper


GAIVOTAS DA VIDA

 

Ao som das ondas

do mar que vão e vem,

no amalgamar

Juntando espumas, espumam

                 Num movi-

                                    mento...

Embalo na rede laranja,

No fundo azul do céu,

encanto vejo

Gaivotas voando, lógica de alados

                 Num movi-

                                    mento...

Acompanho a dança, meus olhos cansam

Na geometria do espaço,

cruzam, recruzam,

Batendo asas, sem limites

                  Num movi-

                                     mento...

Cada vez mais próximas,

leio seus pensamentos:

Batam as asas, desenhando trajetórias,

Na dança da vida, trajetórias infinitas

                  Num movi-

                                     mento...


                                                            GY&GUI

NA RODA DA VIDA

RODA UM SONHO DE AMOR.

NA LUMINOSIDADE DE OLHARES

A PRECIOSIDADE DO ENCONTRO:

                                      UM E OUTRO

                         DESEJOS DE AMAR.

                                                     aneleh

                   

“O AMOR  NÃO TEM OUTRO DESEJO, SENÃO

 O DE ATINGIR  A PLENITUDE”.

                                                                                    KHALIL GIBRAN


Helena?...

 

Nasceu a Neuza

Na escola, pequenina, crescia a Neuzinha

Neuza Postiglione, assim chamada na adolescência

Com o casamento...Neuza Mansani

E, neste novo ciclo de minha vida, escolhi Helena

Renasci como Helena, uma nova mulher...

 

Neuza Helena Postiglione Mansani – o tempo encarregou-se de escolher um dos nomes, para marcar cada ciclo de minha existência.


NOITE DE ANIVERSÁRIO

 

Olhando o céu na noite mais fria do ano

Noite do meu aniversário, mais um ano.

Bati palmas, para mim mesma, pela vida

Vida intensa! Para brindar vivida .

 

Olhando o céu, milhares de estrelas

Entendi porque existem as letras.

Nas estrelas, as letras entrelaçadas

Desenhavam nomes de A a Z.

 

Nomes que estavam lá, no face...

Nomes dos bons amigos

Nomes cósmicos infinitos

Nomes masculinosfemininos.

 

Na telinha de cristal, escrevia

Como nos corações escrevem

Com risco lazer palavra-magia

FELIZ...os nomes existem!.


OLHAR O AVESSO....

 

No avesso, as tramas

A teia do ser

Puxando os fios

Nem começo, nem fim.

 

Na aparência, o vazio,

Asas à crítica.

No avesso o nó, o laço

Em cada nó, links.

 

Olhar espelho d’alma

No avesso, o real criado.

Criação do eu

Do eu no outro.


Saudosas janelas

 

Gusmão, queixo na mão

na janela de plantão,

roubada pelo cristal,

virou sucata de beiral.

 

Antes, o gato na janela,

braços na almofada, ela

criava as cenas que via,

e sonhava sonhos na via.

 

Janela é coisa feita

                 pra foto, qual retrato                  

dizer da coisa aceita

pelos dois, num trato.

 

Só quem delira,

imaginação recria,

no face... ele e ela

rubras faces na janela.


DEBUTANTES PONTA – LAGOA 2009

 

Setembro colorido: cores, perfumes, sabores.

No Ponta – Lagoa, o branco engalana salões,

na roda da vida, na espuma que espraia,

nas saias que embalam: a beleza da jovem

 

Brilhos da noite projetam da menina a moça,

moça que encanta, sorri e chora, sonha utopia.

É ela que vem, da fragância o toque elegância,

toque de amor, amor de menina, quase mulher...

 

Jovens belezas, rodopiando encantam.

Convidam à valsa, valsa da vida, valsa presente.

Aos pares, qual dança gazela, os passos deslizam

suaves encantos, doce esperança - as debutantes.

 

Giordana Correia Mansani  

Linda menina, seja bem – vinda!

Na escritura da história, na página da vida,

na vida do Clube: Ponta – Lagoa.


Para você, Cris

 

Uma grande mulher: Cristina Sá

Nos degraus da cultura, ela como gazela
Amalgama cores e  mãos como as  dela, 
                                                 sem mazelas.
Vai criando cultura
                                  na rua...
Vira do avesso, o olhar da artista.
                                              
                           E é dela 
            a arte da tela,
 Tela da vida, encanta a vista

Faz da cidade, cidade que ama, 
Cidadania como escultura, 
                                    cultura.     


MÃE É SENTIMENTO

  

No aconchego daquele microcosmos,

 

numa dança em véus espiralados.

 

Na complexidade da busca, o encontro,

 

em abraços amalgamados.

 

 

A mágica palavra em segredo gerada,

 

desliza pena em sons ondulada

 

Riscos, rabiscos pictóricos,

 

Pictóricos, porque eternos:

 

 

                                MÃE

 

Poetas, poetas mil, mil palavras aladas,

 

ecos, badalos, somente badaladas.

 

Só no aconchego, se o sentimento falasse,

 

Seria capaz da expressão do enlace.

 

 

                                           aneleh